Queijo de Minas vira patrimônio cultural brasileiro
O modo artesanal da fabricação do queijo em Minas Gerais foi registrado nesta quinta-feira (15) como patrimônio cultural imaterial brasileiro pelo Conselho Consultivo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O veredicto foi dado em reunião do conselho realizada no Museu de Artes e Ofícios, em Belo Horizonte. O presidente do Iphan e do conselho ressaltou que a técnica de fabricação artesanal do queijo está “inserida na cultura do que é ser mineiro”.
Folha de S. Paulo, 15 maio 2008.
Entre os bens que compõem o patrimônio nacional, o que pertence à mesma categoria citada no texto está representado em:





O texto trata do patrimônio cultural imaterial (ou intangível), categoria que abrange saberes, práticas, celebrações e ofícios transmitidos de geração em geração — como o modo artesanal de fabricar queijo em Minas Gerais, registrado pelo Iphan.
A alternativa correta mostra o Ofício das Paneleiras de Goiabeiras (ES), também registrado pelo Iphan como patrimônio imaterial brasileiro. Assim como o queijo mineiro, trata-se de um saber-fazer artesanal, uma técnica tradicional de produção de panelas de barro transmitida oralmente entre as comunidades locais — e não um objeto ou construção física.
As demais alternativas representam bens do patrimônio material: o Mosteiro de São Bento (RJ) e o conjunto arquitetônico de Ouro Preto (MG) são bens edificados tombados; o sítio arqueológico da Ilha do Campeche (SC) é um bem natural e arqueológico; e a pintura Tiradentes Esquartejado de Pedro Américo é um bem móvel — todos pertencentes à categoria de patrimônio tangível, distinta da citada no texto.
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