
Embora sejam produzidos e utilizados em situações distintas, os imunobiológicos I e II atuam de forma semelhante nos humanos e equinos, pois
A imagem apresenta dois imunobiológicos distintos: o imunobiológico I, uma vacina aplicada em humanos contendo vírus ou bactérias inativados/atenuados, e o imunobiológico II, um antígeno (como veneno de cobra) aplicado em equinos para que esses animais produzam anticorpos — processo usado para fabricar o soro que depois é extraído e aplicado em humanos como imunobiológico III.
A questão foca no mecanismo de ação de I e II em seus respectivos hospedeiros: o imunobiológico I desencadeia uma resposta imune ativa no organismo humano, que passa a produzir anticorpos específicos. Da mesma forma, o imunobiológico II desencadeia uma resposta imune ativa no organismo do equino, que também produz anticorpos específicos contra o antígeno recebido. Portanto, ambos estimulam a produção de anticorpos em seus hospedeiros — esse é o mecanismo compartilhado.
A opção que fala em imunidade passiva está errada porque imunidade passiva ocorre quando anticorpos prontos são transferidos para o organismo (como acontece com o soro — imunobiológico III — aplicado em humanos), sem que haja produção própria de anticorpos. A transferência de células de defesa não está envolvida em nenhum dos processos ilustrados. A supressão da resposta imune é o oposto do que ocorre. E antígenos são as moléculas que disparam a resposta — o que é estimulado é a produção de anticorpos, não de antígenos.
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