A insulina é utilizada no tratamento de pacientes com diabetes para o controle glicêmico. Para facilitar sua aplicação, foi desenvolvida uma “caneta” na qual pode ser inserido um refil contendo 3 mL de insulina, como mostra a imagem.

Para controle das aplicações, definiu-se a unidade de insulina como 0,01 mL. Antes de cada aplicação, é necessário descartar 2 unidades de insulina, de forma a retirar possíveis bolhas de ar.
A um paciente foram prescritas duas aplicações diárias: 10 unidades de insulina pela manhã e 10 à noite.
Qual o número máximo de aplicações por refil que o paciente poderá utilizar com a dosagem prescrita?
Essa questão avalia regra de três e operações com unidades de medida, aplicadas a um contexto real de saúde.
Passo 1 — Converter o volume do refil em unidades de insulina.
Como 1 unidade = 0,01 mL, o total de unidades em 3 mL é:
\frac{3 \text{ mL}}{0{,}01 \text{ mL/unidade}} = 300 \text{ unidades}
Passo 2 — Calcular o consumo por aplicação.
Cada aplicação utiliza 10 unidades prescritas mais 2 unidades descartadas para retirar bolhas de ar:
10 + 2 = 12 \text{ unidades por aplicação}
Passo 3 — Calcular o número máximo de aplicações.
Dividindo o total disponível pelo consumo por aplicação:
\frac{300}{12} = 25 \text{ aplicações}
Portanto, o número máximo de aplicações por refil é 25. Os distratores surgem de erros comuns como esquecer de somar as 2 unidades descartadas antes de cada aplicação (o que daria 30 ÷ 2 = 15 ou outras divisões incorretas) ou confundir a dosagem diária total com a dosagem por aplicação.
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