Qual é a segurança do sangue?
Para que o sangue esteja disponível para aqueles que necessitam, os indivíduos saudáveis devem criar o hábito de doar sangue e encorajar amigos e familiares saudáveis a praticarem o mesmo ato.
A prática de selecionar criteriosamente os doadores, bem como as rígidas normas aplicadas para testar, transportar, estocar e transfundir o sangue doado fizeram dele um produto muito mais seguro do que já foi anteriormente.
Apenas pessoas saudáveis e que não sejam de risco para adquirir doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue, como hepatites B e C, HIV, sífilis e Chagas, podem doar sangue.
Se você acha que sua saúde ou comportamento pode colocar em risco a vida de quem for receber seu sangue, ou tem a real intenção de apenas realizar o teste para o vírus HIV, NÃO DOE SANGUE.
Cumpre destacar que apesar de o sangue doado ser testado para as doenças transmissíveis conhecidas no momento, existe um período chamado de janela imunológica em que um doador contaminado por um determinado vírus pode transmitir a doença através do seu sangue.
DA SUA HONESTIDADE DEPENDE A VIDA DE QUEM VAI RECEBER SEU SANGUE.
Disponível em: www.prosangue.sp.gov.br. Acesso em: 24 abr. 2015 (adaptado).
Nessa campanha, as informações apresentadas têm como objetivo principal
Esta questão avalia a habilidade de identificar a finalidade comunicativa de um texto de campanha publicitária — ou seja, compreender qual é o objetivo principal que o texto quer atingir junto ao leitor.
O texto da campanha aborda vários aspectos da doação de sangue (triagem de doadores, testes, transporte, janela imunológica), mas todos esses elementos convergem para uma ideia central expressa com ênfase no final: "DA SUA HONESTIDADE DEPENDE A VIDA DE QUEM VAI RECEBER SEU SANGUE". Isso revela que o propósito principal não é apenas informar, mas conscientizar o doador de que ele compartilha a responsabilidade pela segurança do sangue — especialmente porque os testes laboratoriais, por si só, não garantem segurança absoluta devido à janela imunológica.
A alternativa correta é, portanto, aquela que identifica essa corresponsabilidade do doador como foco central da campanha.
As demais alternativas são parcialmente sustentadas pelo texto, mas não capturam o objetivo principal: uma delas confunde o alvo da campanha ao sugerir proteção de grupos de risco durante a doação (o texto pede que esses grupos não doem); outra foca na segurança do processo, que é mencionada apenas como contexto; outra trata de dificuldades na coleta, tema ausente no texto; e uma última sugere ampliar o número de doadores como foco, quando o texto prioriza a qualidade sobre a quantidade.
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