Pesquisadores criaram um tipo de plaqueta artificial, feita com um polímero gelatinoso coberto de anticorpos, que promete agilizar o processo de coagulação quando injetada no corpo. Se houver sangramento, esses anticorpos fazem com que a plaqueta mude sua forma e se transforme em uma espécie de rede que gruda nas lesões dos vasos sanguíneos e da pele.
MOUTINHO, S. Coagulação acelerada. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br.
Acesso em: 19 fev. 2013 (adaptado).
Qual a doença cujos pacientes teriam melhora de seu estado de saúde com o uso desse material?
O texto descreve uma plaqueta artificial capaz de acelerar o processo de coagulação sanguínea. A plaqueta artificial forma uma rede que adere às lesões nos vasos sanguíneos, auxiliando na estancagem do sangramento.
A doença que se beneficiaria diretamente desse material é a hemofilia, uma doença genética na qual o paciente apresenta deficiência nos fatores de coagulação do sangue. Como resultado, hemofílicos têm dificuldade em estancar sangramentos, mesmo os pequenos, pois o processo de coagulação é ineficiente ou inexistente. Uma plaqueta artificial que agiliza a coagulação seria extremamente benéfica para esses pacientes.
As demais alternativas envolvem doenças sem relação com coagulação: a filariose é causada por parasitas (vermes) que obstruem os vasos linfáticos; a aterosclerose é o acúmulo de placas de gordura nas artérias; a doença de Chagas é causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi; e a síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) afeta o sistema imunológico, destruindo linfócitos T.
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