Organismos autótrofos e heterótrofos realizam processos complementares que associam os ciclos do carbono e do oxigênio. O carbono fixado pela energia luminosa ou a partir de compostos inorgânicos é eventualmente degradado pelos organismos, resultando em fontes de carbono como metano ou gás carbônico. Ainda, outros compostos orgânicos são catabolizados pelos seres, com menor rendimento energético, produzindo compostos secundários (subprodutos) que podem funcionar como combustíveis ambientais.
O processo metabólico associado à expressão combustíveis ambientais é a
O conceito avaliado é o de fermentação como processo catabólico de baixo rendimento energético que gera subprodutos orgânicos com potencial energético ambiental.
O enunciado descreve uma sequência de processos metabólicos: a fixação de carbono (realizada pela fotossíntese e pela quimiossíntese) e a posterior degradação desse carbono (realizada pela respiração aeróbica, gerando \text{CO}_2 e \text{CH}_4). Em seguida, menciona um terceiro processo — o catabolismo de compostos orgânicos com menor rendimento energético, produzindo subprodutos que funcionam como combustíveis ambientais. Esse perfil corresponde exatamente à fermentação.
A fermentação é um processo anaeróbico que degrada moléculas orgânicas de forma incompleta, gerando compostos como etanol e ácido lático. O etanol, por exemplo, é amplamente utilizado como biocombustível — um combustível de origem biológica — justificando a expressão combustíveis ambientais do enunciado.
A fotossíntese e a quimiossíntese são processos de fixação de carbono, não de degradação. A respiração aeróbica apresenta alto rendimento energético e oxida completamente os substratos até \text{CO}_2 e \text{H}_2\text{O}, sem gerar os subprodutos combustíveis descritos. A fosforilação oxidativa é apenas a etapa final da respiração aeróbica, igualmente de alto rendimento.
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