Desde os primórdios da formação da crosta terrestre até os dias de hoje, as rochas formadas vêm sendo continuamente destruídas. Os produtos resultantes da destruição das rochas são transportados pela água, vento e gelo a toda superfície terrestre, acionados pelo calor e pela gravidade. Cessada a energia transportadora, são depositados nas regiões mais baixas da crosta, podendo formar pacotes rochosos.
LEINZ, V. Geologia geral. São Paulo: Editora Nacional, 1989.
As transformações na superfície terrestre, conforme descritas no texto, compõem o seguinte processo geomorfológico:
O texto descreve o ciclo sedimentar, processo geomorfológico que engloba a destruição das rochas preexistentes, o transporte dos fragmentos por agentes como água, vento e gelo, e a deposição desses materiais em regiões topograficamente mais baixas, onde podem se consolidar formando novas rochas sedimentares.
Esse ciclo é movido pela energia solar (que aciona o vento e a água) e pela gravidade, exatamente como o texto aponta. As etapas clássicas são: intemperismo → erosão → transporte → deposição → diagênese (formação da rocha sedimentar).
As demais alternativas não correspondem ao processo descrito: a instabilidade sísmica está relacionada a terremotos e movimentos de placas; o intemperismo biológico é apenas uma etapa do intemperismo, não o ciclo completo; o derramamento basáltico é um evento de origem vulcânica; e a compactação superficial refere-se a uma etapa pontual da diagênese, não ao processo integral narrado no texto.
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