No processo de captação da luz pelo olho para a formação de imagens estão envolvidas duas estruturas celulares: os cones e os bastonetes. Os cones são sensíveis à energia dos fótons, e os bastonetes, à quantidade de fótons incidentes. A energia dos fótons que compõem os raios luminosos está associada à sua frequência, e a intensidade, ao número de fótons incidentes.
Um animal que tem bastonetes mais sensíveis irá
O enunciado distingue claramente as funções de cones e bastonetes: os cones respondem à energia dos fótons (frequência, relacionada à cor) e os bastonetes respondem à quantidade de fótons (intensidade luminosa).
Ambientes mal iluminados possuem poucos fótons disponíveis. Um animal com bastonetes mais sensíveis consegue detectar quantidades menores de fótons, ou seja, necessita de menos luz para enxergar — o que permite uma visão eficaz em condições de baixa luminosidade. Essa é a alternativa correta.
O daltonismo é uma disfunção dos cones, não dos bastonetes, portanto não está relacionado. Perceber cores fora do espectro visível dependeria de cones com sensibilidade a frequências diferentes, não de bastonetes mais sensíveis. Necessitar de mais luminosidade seria o oposto: indicaria bastonetes menos sensíveis. A distinção de cores em ambientes iluminados é função dos cones, não dos bastonetes.
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