A gasolina é uma mistura de hidrocarbonetos de cadeias saturadas contendo de 8 a 12 átomos de carbono. Além disso, a gasolina de alto desempenho deve conter elevados teores de hidrocarbonetos de cadeias ramificadas, de forma a resistir à compressão e entrar em ignição apenas quando a vela aciona uma centelha elétrica no motor. No quadro, estão apresentados compostos que podem ser utilizados como combustíveis.

Entre esses compostos, aquele que conferirá maior desempenho como combustível é o
O conceito avaliado é o de número de octano e a relação entre a estrutura molecular dos hidrocarbonetos e o desempenho como combustível em motores de combustão interna.
O enunciado esclarece que a gasolina de alto desempenho deve conter hidrocarbonetos de cadeia ramificada, pois eles resistem à autoignição (detonação precoce) e só entram em combustão quando a vela produz a centelha. O composto que representa exatamente esse padrão é o 2,2,4-trimetilpentano (também chamado de isooctano), cujo número de octano é 100 — o valor de referência máxima da escala de octanagem. Ele é um alcano com 8 carbonos e cadeia altamente ramificada, dentro da faixa de 8 a 12 carbonos descrita para a gasolina.
Os demais compostos são inadequados pelos seguintes motivos:
Portanto, o 2,2,4-trimetilpentano é o único que reúne todas as características exigidas: cadeia saturada, ramificada e com número de carbonos dentro da faixa da gasolina, conferindo o maior desempenho como combustível.
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